“Intuitivo” é uma das palavras mais usadas quando falamos de aplicativos.
Quase todo projeto nasce com esse objetivo, mas poucos conseguem de fato entregar uma experiência que pareça natural para quem usa.
A questão é que intuição não vem do usuário. Vem do projeto.
Intuitivo não é simples! Existe uma confusão comum entre app simples e app intuitivo. Um app pode ser visualmente clean e, ainda assim, confuso. E pode ser cheio de funcionalidades, mas fácil de usar.
Ser intuitivo não é reduzir tudo. É organizar bem.
O erro mais comum no design de aplicativos é esperar que o usuário se adapte ao sistema.
Na prática, ninguém quer aprender a usar um app. As pessoas querem atingir um objetivo com o menor esforço mental possível.
Quanto menos o usuário precisa pensar, decidir ou interpretar, mais intuitiva é a experiência.
Um app intuitivo respeita padrões mentais: botões fazem o que parecem fazer, ações têm consequências fáceis de compreender, o feedback é imediato.
Veja outros fatores que tornam apps intuitivos:
- a ordem das telas
- a hierarquia das informações
- quantidade certa de decisões por etapa
- design bonito, que chama atenção.
Quando a interface se comporta como o usuário espera, surge a sensação de “isso faz sentido”.
Não é mágica. É consistência.


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